Certamente refere-se à oposição do senador Crivella sobre a mudança na lei do divórcio, que reduz o tempo, aprovada pelo Senado, em 07 de julho de 2010.
Xiiii !!!!!!
Em resposta às especulações sobre seu futuro político, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) anunciou que disputará a recondução para o Senado na eleição de outubro. Ele disse que o PRB decidiu de forma unânime pela candidatura, que também estaria sendo apoiada pela população do Rio de Janeiro, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice-presidente José Alencar.
- Sei que nas fileiras de um pequeno partido uma campanha exige toda a nossa energia, um devotamento sem restrições e um sacrifício sem tréguas. Mais uma vez sou chamado a enfrentar o desafio de vencer candidaturas que possuem as vantagens do capital e a hegemonia dos grandes partidos, que se eternizam no poder, como faziam os condes, marqueses e barões, por força do sangue ou da riqueza, nas câmaras elitistas do Império – afirmou Marcelo Crivella.
O senador pelo Rio de Janeiro declarou que a sua candidatura não está sendo motivada pelo “instinto do poder”, mas sim pela vocação de servir. Marcelo Crivella destacou que nos quase oito anos que permaneceu no Senado procurou atender “às justas e legítimas aspirações do povo do Rio”. Ele comparou sua atuação no Parlamento aos tempos em que serviu ao Exército, que teria servido com o “mesmo ânimo”, e aos tempos como missionário no continente africano e no sertão da Bahia implantando o Projeto Nordeste, dedicado a crianças.
Depois que deixaram ela dar uma saudação na Assembléia de Deus dizendo que Lula “defende os valores cristãos no Brasil”, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, já foi à Bahia tomar um “banho de axé” com pais-de-santo e neste domingo aproveitou a procissão do Círio de Nazaré, que reuniu dois milhões de pessoas, em Belém (PA), para fazer propaganda do governo Lula. Foi a primeira vez que Dilma esteve no evento religioso. Ela disse ter ficado impressionada com o fato de muita gente carregar miniaturas de casas e até tijolos durante a caminhada em torno da Virgem de Nazaré. “Perguntei a duas pessoas que carregavam as miniaturas se era por agradecimento ou pedido”, disse, em entrevista à imprensa. “Uma respondeu que era por agradecimento. Outra, por promessa para conseguir uma casa.” “O governo está no caminho certo”, avaliou a pré-candidata à presidência da República, ao observar que a manifestação popular também denota os anseios do povo. “Fico muito satisfeita com o fato de termos feito o programa Minha Casa, Minha Vida, porque é visível aqui a importância que as pessoas atribuem à casa, como o local fundamental para qualquer pessoa ter segurança, criar seus filhos, desenvolver suas relações afetivas, enfim, ter um teto para desfrutar todos os momentos da vida – os bons e os ruins.”
Protesto – No palanque do governo estadual, montado em um órgão público no percurso da procissão, a ministra também viu, além da fé e da devoção pela Virgem de Nazaré, um protesto realizado por paraenses que, em coro, cobraram da governadora Ana Julia Carepa (PT) “saúde”, “segurança” e também endereçou à governante a expressão chula “safada”. Em seguida, o mesmo grupo gritou: “Dilma pode esperar, a sua hora vai chegar”.
Descalços, eles disputam lugar e recebem água e atendimento – muitos desmaiam – de voluntários, Exército, polícias civil e militar e Cruz Vermelha. Os “promesseiros da corda”, como são chamados, são responsáveis por cenas impressionantes de superação e martírio.
A ministra disse ter ficado estarrecida, em alguns momentos, com a “manifestação muito forte que mistura a força da fé com a força das multidões”.
“Acho que tem que ter muito orgulho dessa festa, que permite que o Círio também seja uma boa imagem do Brasil”, resumiu a ministra. “Um país de paz, que tem essa imensa capacidade de comemorar no sentido amplo da palavra.” Lembrou que o País tem uma situação especial em relação à santa católica – “é Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Consolação, Nossa Senhora das Águas”.
Diante de tanta fé e atividades religiosas, a ministra disse “não ter como encerrar, no Brasil” a peregrinação que vem fazendo – de encontros com evangélicos a missa de ação de graças na Igreja Senhor do Bonfim, em Salvador (BA). Sorridente, disse ter feito vários pedidos à Nossa Senhora de Nazaré, mas não revelou. “São segredos da fonte”.
“Cautela e caldo e galinha não faz mal para ninguém.” Com a expressão, a ministra negou-se a comentar a denúncia de que o filho do senador José Sarney, Fernando Sarney, teria ingerência na agenda do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão. “No Brasil temos o hábito de pegar uma denúncia qualquer e sair condenando”, observou, ao dizer que não tinha tido tempo para se informar das notícias. “Acho que tem que se ouvir as partes, as explicações, antes de sair condenando.”
Fonte: Bem Paraná / Gospel+
Via: O Verbo

O Deputado e pastor Édino Fonseca faz campanha contra lei que foge à sua responsabilidade, como parlamentar.
Nas leis diretas que precisa de sua votação, ele tem se omitido, vergonhosamente.
Entenda o caso:
1) Dando ‘pitaco’ errado
Na matéria intitulada Um grande fantasma ainda ronda o Brasil, publicada no Jornal Interação, o deputado e pastor Edno Fonseca fala sobre o Projeto de Lei Complementar 122/06, também conhecida com Lei da Homofobia, que tramita no Senado Federal. O deputado expressa, na entrevista, de forma veemente, seu repúdio a esse lei, pois, segundo ele, "a PLC 122/06, vem para acabar com a liberdade de expressão e de culto garantida pela Constituição, art 5º, VI,VIII e IX de 1988, pois em seu parágrafo 5 do artigo 20 trata de garantir as liberdades de pensamentos e de consciência e o que torna inviolável o direito de religião".
É bom saber que esse projeto de lei está no Senado Federal e sua aprovação ou não, está a cargo do senadores. Qualquer deputado federal ou estadual, ou mesmo os vereadores nada podem fazer para impedir a aprovação ou não desse projeto. Isto cabe exclusivamente aos senadores. Quem anda por aí querendo jogar para a platéia e arrancar alguns 'glórias!', dentro da igreja ou fora dela, age erroneaamente.
2) Fugindo da responsabilidade
Quando é sua responsabilidade direta, o deputado Edno Fonseca, assim como os demais deputados estaduais evangélicos, tem se omitido o quanto podem, em votação de matérias polêmicas na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Ele os outros não tem feito esforço algum para evitar a votação. Aqui vai alguns exemplos:
Deputado Edno Fonseca, assim é fácil legislar !!!
ACORDA IGREJA!!!!










POR ADRIANA CRUZ
Rio - Os ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, a atriz Deborah Secco e outras 85 pessoas foram denunciados por improbidade administrativa em ação civil pública à Justiça. Eles são acusados de operar um esquema de desvio de verba com a utilização de ONGs e empresas de fachada.
A investigação, que durou dois anos, foi realizada pelas Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania. O procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes e promotores vão divulgar às 14h30, os resultados das investigações.
Fonte: O Dia
LEO VIVAS (PRB)
FILIPE PEREIRA (PSC)
VINÍCIUS CARVALHO (PT do B)

Mesmo com os esforços do Presidente Lula e do vice José Alencar para arranjar pra Marcelo Crivella, da Igreja Universal, uma boa dobradinha de apoio a sua candidatura em outubro para a reeleição para o Senado pelo Rio de Janero, o cerco está cada vez mais se fechado e se complicando para o sobrinho de Edir Macedo. Dois dos principais líderes evangélicos na política, o Bispo Manoel Ferreira da Igreja Assembléia de Deus e o ex-governador Anthony Garotinho, anunciaram que não vão apoiar Crivella nas Eleições 2010.
O ex governador e ex candidato a presidente Anthony Garotinho foi proibido pelo deputado federal, líder da Assembléia de Deus na política e anteriormente indicado ao Nobel da Paz, Bispo Manoel Ferreira de apoiar ou criar qualquer aliança com Marcelo Crivella nessas eleições, mesmo sendo os dois do mesmo partido.
Eleições 2010, dia da votação do primeiro turno e segundo e quando começa e termina o horário eleitoral
O atual governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, também anunciou que não quer apoia-lo, pois já tem seus dois candidatos ao Senado. Além disso, ele não esquece que Crivella cobrou muito caro para que apoiasse Eduardo Paes, amigo de Cabral, no segundo turno das eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro em 2008.
O primeiro turno das eleições será no dia 3 de outubro com votos para novo presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais. O segundo turno deve acontecer no dia 31 de Outubro. A propaganda eleitoral será permitida a partir do dia 6 de julho. No rádio e na televisão, o horário eleitoral gratuito do primeiro turno das eleições tem início no dia 17 de agosto e termina em 30 de setembro. Se houver segundo turno, a propaganda deve começar até 16 de outubro.
Este ano, pela primeira vez na história, uma candidata declaradamente evangélica concorrerá nas eleições para presidente. Marina Silva, da Assembléia de Deus, será candidata pelo PV, é contra o aborto e a favor da educação e preservação ambiental.
Em ano eleitoral realmente tudo é válido?
Solicito a leitura também do comentário que faço logo após a matéria.
Pastor afirma que enchentes em São Paulo e Angra dos Reis foram causadas por entidades da umbanda
“As enchentes de São Paulo, a tragédia em Angra dos Reis é culpa das entidades Iansã e Nanã na visão do pastor e deputado estadual Édino Fonseca. O deputado do PSC do Rio de Janeiro atrela sua justificativa ao projeto de lei 1926/08, autoria do deputado Átila Nunes que aprovado em uma comissão da Assembléia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) cria dois dias de comemoração as entidades no estado.
Na análise do deputado esta entidade é a culpada. “A culpa disso não é de Deus e sim do nanã, que mata milhares de pessoas todos os anos”, frisa Fonseca lembrando, em entrevista ao jornal Integração do Rio de Janeiro, que iansã cria sentimentos ousados e desesperados.
O deputado pressiona ainda o governador Sérgio Cabral (PMDB), que já se mostrou favorável a outras iniciativas como a Parada Gay, a vetar o projeto.
Fonte: Gospel+”
COMENTÁRIO:
Quem manda a chuva é Deus. Isto é incontestável, conforme observamos em Jó 38:24-41. A enchente (que enche ou está a encher) não é causada pela ação de Deus, pois o Todo Poderoso manda a chuva, mas as tragédias e males advindos dessas águas são devidos, dentre outros fatores, a ação nefasta do homem, podendo este, estar ou não, sob o domínio do mal. Cada caso é um caso.
As palavras do deputado estadual Edino Fonseca, que é pastor evangélico, citadas na reportagem acima, veio atrasada, propositadamente (?). Estavam sendo represadas para serem ditas este ano (?). Por que será? Será por quê? Estamos em ano eleitoral. Nada como levantar algumas questões polêmicas para ser lembrado.
Desde o ano passado tenho denunciado aqui no Blog sobre a apatia, letargia, indiferença, pouco caso et cetera dos deputados estaduais evangélicos do Rio, diante do avanço e entrelaçamento do umbandismo com o poder estatal, inclusive com a aprovação de leis que beneficiam esse segmento religioso, pelo governador Sérgio Cabral, assim como também leis pró-homossexualismo.
Sabemos que é inaceitável que governantes, eleitos por cidadãos de diversas credos e ateus, mostrem seus apegos a um segmento religioso específico ou a um grupo de cidadãos, em detrimento de outros, ainda mais quando é corroborado com a indiferença ou ativismo do legislativo, sejam quais forem suas religiões ou princípios.
A atitude recente do pastor Édino Fonseca em atribuir a entidades da umbanda as tragédias das enchentes, é inaceitável da forma como foi, pois é extemporânea (vem fora do tempo. Esta reação era para ter sido em 2009) e contemporânea (vem no tempo atual, pois estamos em ano eleitoral e precisa-se ser lembrado, logo cria-se um fato). Infelizmente (lamento falar isto) durante os quatros anos de mandato, o pastor mostrou-se inoperante em muitas situações legislativas, dentre elas a aprovação da lei, em 2009, que transformou orixás, caboclos e “entidades espirituais” da umbanda (que agora ele acusa pelas tragédias), em patrimônio do Estado. E sobre este silêncio da bancada evangélica, o professor universitário e consultor jurídico, que é evangélico, Zenóbio Fonseca, escreveu em seu blog:
“Os projetos de leis foram aprovados em 2 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi, do PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.
Fato negativo durante as votações em plenário, que ocorreram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação).
O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar o debate e as votações, não registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu público evangélico dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios, etc.
Essa não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para a população que os elegeu, pois na aprovação do Dia Mundial do Orgulho Gay no Rio a história se repetiu”.
Certamente a atitude vai causar reação dos seguidores das entidades espirituais citadas e muitos evangélicos desavisados do Rio aplaudi-lo-ão como um defensor dos princípios cristãos, na Assembléia Legislativa.
Concordo plenamente que o trinômio política-religião-entidades deve ser rechaçado e combatido, mas discordo que se faça isto, com olhares meramente e exclusivamente politiqueiros.
Sou de parecer favorável que os legislativos das três esferas (federal, estadual e municipal) sejam abarrotados de cristãos sinceros e que lutem, alicerçados em princípios bíblicos, em prol do bem-estar da sociedade, como um todo, durante todo o seu mandato e não somente em períodos pré-eleitorais.
Lembro que na Assembléia Legislativa no Rio de Janeiro (ALERJ) há 7 deputados estaduais evangélicos (ou que se declararam evangélicos).
Abaixo estão outros assuntos aprovados pela ALERJ e que contaram com omissão e covardia da bancada evangélica daquela Casa Legislativa:
Candomblé é declarado como PATRIMÔNIO imaterial do RJ. E agora evangélicos ?
As consequências para o Rio, em decorrência da aprovação destas leis
Aprovado Dia mundial de Orgulho Gay no Estado do Rio de Janeiro