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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Onde estava o deputado estadual Fábio Silva, filho do dono da Rádio Melodia?


Por que o deputado estadual Fábio Silva não votou contra as leis abaixo? Onde estava ele?



  • FERIADO ESTADUAL DO DIA DE SÃO JORGE (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 20 de fevereirio de 2008, na página 7 - Poder Legislativo)
  • DIA ESTADUAL DE COMBATE A HOMOFOBIA (onde pregar contra homossexualismo pode se tornar crime) - (não opôs-se à criação da lei, pois estava ausente no dia da votação, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 29 de maio de 2009, na página 6 - Poder Legislativo)
  • DIA DE IANSÃ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro ((não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 14 de agosto de 2009, na página 5 - Poder Legislativo)
  • DIA DE NANÃ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 19 de junho de 2009, na página 4 - Poder Legislativo)
  • DIA DA UMBANDA, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 26 de junho de 2009, na página 28 - Poder Legislativo)
  • DIA DE CANDOMBLÉ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 10 de junho de 2009, na página 11 - Poder Legislativo)
  • DIA DE IEMANJÁ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 10 de junho de 2009, na página 10 - Poder Legislativo)
b) No PNDH/3 fala sobre 'casamento' gay e lei da 'homofobia' (ou lei da mordaça). O deputadoEduardo Cunha diz ser contrário a lei da 'homofobia', mas até hoje nunca revelou para seus eleitores onde ele estava no dia em que a PL 122/2006 foi aprovada na Câmara dos Deputados.Ninguém sabe qual foi atitude do deputado Eduardo Cunha no dia da votação, em Brasília. Sequer foi aos microfones da Rádio Melodia denunciar a aprovação da PL 122/2006. Afinal, ele votou a favor ou contra a lei da mordaça? Onde está a prova da votação?

2) Há uma série de outros assuntos mencionados na revista que nem valem a pena serem comentados, pois no meio dessa lambança, o nome de Deus ainda foi usado com fins politiqueiros.



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Deputados Edino Fonseca e Eduardo Cunha, a Nova Ordem Mundial, o anticristo e as mentiras e incoerências

Os deputados estadual Édino Fonseca e federal Eduardo Cunha estão distribuindo na porta das igrejas no Rio de Janeiro, sem a concordância dos dirigentes de muitas igrejas, um kit composto com um CD e uma revista (capa abaixo) versando sobre planos do anticristo e nova ordem mundial.

No interior da revista há pequenos estudos enfatizando os assuntos citados na capa (clique sobre a figura abaixo para saber quais são).

O material impresso tenta fazer uma correlação entre os planos do anticristo e o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, do governo federal brasileiro. No rodapé das páginas há a propaganda eleitoral de cada um dos deputados, induzindo o leitor da revista a entender que tais parlamentares servirão de oposição aos planos funestos do anticristo.

Ao se fazer uma análise da vida parlamentar destes dois políticos, o material distribuído soa como um deboche e mentira deslavada, por parte deles.

Vejamos algumas incoerências e mentiras:

1) Na revista está inscrito: 'Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) - SOMOS CONTRA'

a) Para o deputado Edino Fonseca dizer que é contra o PNDH/3 é a coisa mais fácil do mundo, pois está fora de sua alçada e não lhe causa incômodos políticos. Ele é estadual e o PNDH/3 é federal.

Quando era para o deputado Edino atuar na esfera de seu mandato legislativos estadual, ele preferiu tirar o corpo fora, como foi caso das votações abaixo:

  • FERIADO ESTADUAL DO DIA DE SÃO JORGE (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 20 de fevereirio de 2008, na página 7 - Poder Legislativo)
  • DIA ESTADUAL DE COMBATE A HOMOFOBIA (onde pregar contra homossexualismo pode se tornar crime) - (não opôs-se à criação da lei, pois estava ausente no dia da votação, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 29 de maio de 2009, na página 6 - Poder Legislativo)
  • DIA DE IANSÃ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro ((não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 14 de agosto de 2009, na página 5 - Poder Legislativo)
  • DIA DE NANÃ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 19 de junho de 2009, na página 4 - Poder Legislativo)
  • DIA DA UMBANDA, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 26 de junho de 2009, na página 28 - Poder Legislativo)
  • DIA DE CANDOMBLÉ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 10 de junho de 2009, na página 11 - Poder Legislativo)
  • DIA DE IEMANJÁ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 10 de junho de 2009, na página 10 - Poder Legislativo)
b) No PNDH/3 fala sobre 'casamento' gay e lei da 'homofobia' (ou lei da mordaça). O deputado Eduardo Cunha diz ser contrário a lei da 'homofobia', mas até hoje nunca revelou para seus eleitores onde ele estava no dia em que a PL 122/2006 foi aprovada na Câmara dos Deputados. Ninguém sabe qual foi atitude do deputado Eduardo Cunha no dia da votação, em Brasília. Sequer foi aos microfones da Rádio Melodia denunciar a aprovação da PL 122/2006. Afinal, ele votou a favor ou contra a lei da mordaça? Onde está a prova da votação?

2) Há uma série de outros assuntos mencionados na revista que nem valem a pena serem comentados, pois no meio dessa lambança, o nome de Deus ainda foi usado com fins politiqueiros.



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Deputado Edson Albertassi, SIM ou NÃO ?


O deputado evangélico Édson Albertassi disse que vai entrar com projeto de lei contra leis quye beneficiam a umbanda e candomblé, no Rio, conforme está em seu site.

Todavia, o deputado evangélico Albertassi faz campanha para o candidato ao senado, Jorge Picciani que, como presidente da Assembléia Legislativa votou a favor das leis que beneficam a umbanda e o candomblé, além da criação do Dia do Orgulho Gay no Rio.

Que isso, meu irmão Albertassi?

Estás comendo em dois pratos?

Seja o vosso falar SIM ou NÃO.

Só tem esperto!

Ajude a difundir esse artigo.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Projeto de Lei do deputado Edino Fonseca coloca Jesus Cristo no mesmo nível que entidades da umbanda e candomblé

A despeito do caos na saúde pública, nos meios de transporte, na educação e na segurança pública do Rio de Janeiro, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) parece mesmo é de gostar de temas espirituais.

O assunto espiritual tem tomado conta daquela Casa de leis de tal forma que até os espíritos devem estar boquiabertos, com tamanha atenção dispensada a eles, por parte dos nossos ‘nobres’ deputados estaduais.

Em junho de 2009, a ALERJ aprovou o Projeto de Lei 1917/2008 que declara o Dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Em fevereiro deste ano, o Plenário da ALERJ aprovou o Projeto de lei 1924/2008 que declara o Dia de Oxum como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Ambas as aprovações sem resistência da maioria dos parlamentares da ‘bancada evangélica’ (inclusive alguns deputados evangélicos saíram na hora da votação para não se comprometerem).

Obs: o texto deste parágrafo foi mudado. O deputado Edson Albertassi foi o único deputado a emitir parecer contrário aos projetos que veneficiam a umbanda, em detrimento de outras religiões.

Para não ficar de fora da corrida à espiritualidade, o deputado evangélico Edino Fonseca resolveu engrossar o rol dos patrimônios imateriais e propôs o Projeto de Lei Nº 3134/2010 o qual declara Jesus Cristo como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro.

Justificando seu projeto, o deputado Edino Fonseca alegou que, já que temos a estátua (do Cristo Redentor – o que seria o patrimônio material), nada melhor do que termos a pessoa dele como propriedade do povo fluminense.

Todavia não pára por aí. O deputado Edino Fonseca é pastor evangélico. Presume-se que deveria saber toda a história bíblica sobre Jesus, mas, segundo consta no Projeto de Lei, toda a narração da vida de Jesus não saiu diretamente das páginas da Bíblia, nem de livros evangélicos, mas da (acredite se quiser) enciclopédia Wikipédia, que é passiva de erros. Não se teve, ao menos, a preocupação de se consultar uma fonte fidedigna.

Para não dizer que este projeto de lei é cômico, é preferível afirmar que é trágico, zombeteiro e merece ser repudiado.

O Redentor da raça humana não é um ser inexpressivo. O Leão da Tribo de Judá não é uma coisa. O Desejado de todas as nações não está à venda, nem sendo oferecido na esquina. O Alfa e o Ômega não está à procura de alguém que possa adotá-Lo, nem almeja ser indiferentemente lembrado.

Esse projeto de lei descabido é, nada mais, nada menos, uma afronta ao próprio Deus.

O apóstolo Paulo assim escreveu aos Filipenses 2.9-11

“Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu um Nome que está acima de todo o nome, para que ao Nome de Jesus se dobre todo o joelho – de seres nos céus – de seres na terra e de seres debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”. (Filipenses 2:9-11).

Estamos ‘acostumados’ com aberrações políticas, mas nada se compara a esta – Jesus e os espíritos caídos num mesmo patamar, o da patrimoniedade imaterial. Todos os limites da sã consciência foram extrapolados.

O uso do Salvador da humanidade para fins políticos, só vem corroborar que na ânsia desenfreada pelo poder, muitos homens de Deus se perdem e pouco se importam se estão profanando ou escarnecendo dAquele que não divide sua glória com ninguém.

A liderança evangélica no Rio, assim como os demais evangélicos tem o dever de pressionar o deputado Edino Fonseca a retirar esse malfadado e profano projeto de lei, antes que vá à votação em Plenário. Cabe também a todos os evangélicos do estado a decisão sobre a permanência ou não do deputado Edino, naquela Casa legislativa, a partir de 01/01/2011.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Deputado Edino Fonseca (RJ) afirma que entidades da umbanda foram as responsáveis pelas enchentes em São Paulo e Angra dos Reis

Em ano eleitoral realmente tudo é válido?

Solicito a leitura também do comentário que faço logo após a matéria.

Pastor afirma que enchentes em São Paulo e Angra dos Reis foram causadas por entidades da umbanda

“As enchentes de São Paulo, a tragédia em Angra dos Reis é culpa das entidades Iansã e Nanã na visão do pastor e deputado estadual Édino Fonseca. O deputado do PSC do Rio de Janeiro atrela sua justificativa ao projeto de lei 1926/08, autoria do deputado Átila Nunes que aprovado em uma comissão da Assembléia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) cria dois dias de comemoração as entidades no estado.

Na análise do deputado esta entidade é a culpada. “A culpa disso não é de Deus e sim do nanã, que mata milhares de pessoas todos os anos”, frisa Fonseca lembrando, em entrevista ao jornal Integração do Rio de Janeiro, que iansã cria sentimentos ousados e desesperados.

O deputado pressiona ainda o governador Sérgio Cabral (PMDB), que já se mostrou favorável a outras iniciativas como a Parada Gay, a vetar o projeto.

Fonte: Gospel+”


COMENTÁRIO:

Quem manda a chuva é Deus. Isto é incontestável, conforme observamos em Jó 38:24-41. A enchente (que enche ou está a encher) não é causada pela ação de Deus, pois o Todo Poderoso manda a chuva, mas as tragédias e males advindos dessas águas são devidos, dentre outros fatores, a ação nefasta do homem, podendo este, estar ou não, sob o domínio do mal. Cada caso é um caso.

As palavras do deputado estadual Edino Fonseca, que é pastor evangélico, citadas na reportagem acima, veio atrasada, propositadamente (?). Estavam sendo represadas para serem ditas este ano (?). Por que será? Será por quê? Estamos em ano eleitoral. Nada como levantar algumas questões polêmicas para ser lembrado.

Desde o ano passado tenho denunciado aqui no Blog sobre a apatia, letargia, indiferença, pouco caso et cetera dos deputados estaduais evangélicos do Rio, diante do avanço e entrelaçamento do umbandismo com o poder estatal, inclusive com a aprovação de leis que beneficiam esse segmento religioso, pelo governador Sérgio Cabral, assim como também leis pró-homossexualismo.

Sabemos que é inaceitável que governantes, eleitos por cidadãos de diversas credos e ateus, mostrem seus apegos a um segmento religioso específico ou a um grupo de cidadãos, em detrimento de outros, ainda mais quando é corroborado com a indiferença ou ativismo do legislativo, sejam quais forem suas religiões ou princípios.

A atitude recente do pastor Édino Fonseca em atribuir a entidades da umbanda as tragédias das enchentes, é inaceitável da forma como foi, pois é extemporânea (vem fora do tempo. Esta reação era para ter sido em 2009) e contemporânea (vem no tempo atual, pois estamos em ano eleitoral e precisa-se ser lembrado, logo cria-se um fato). Infelizmente (lamento falar isto) durante os quatros anos de mandato, o pastor mostrou-se inoperante em muitas situações legislativas, dentre elas a aprovação da lei, em 2009, que transformou orixás, caboclos e “entidades espirituais” da umbanda (que agora ele acusa pelas tragédias), em patrimônio do Estado. E sobre este silêncio da bancada evangélica, o professor universitário e consultor jurídico, que é evangélico, Zenóbio Fonseca, escreveu em seu blog:

“Os projetos de leis foram aprovados em 2 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi, do PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.

Fato negativo durante as votações em plenário, que ocorreram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação).

O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar o debate e as votações, não registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu público evangélico dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios, etc.

Essa não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para a população que os elegeu, pois na aprovação do Dia Mundial do Orgulho Gay no Rio a história se repetiu”.

Certamente a atitude vai causar reação dos seguidores das entidades espirituais citadas e muitos evangélicos desavisados do Rio aplaudi-lo-ão como um defensor dos princípios cristãos, na Assembléia Legislativa.

Concordo plenamente que o trinômio política-religião-entidades deve ser rechaçado e combatido, mas discordo que se faça isto, com olhares meramente e exclusivamente politiqueiros.

Sou de parecer favorável que os legislativos das três esferas (federal, estadual e municipal) sejam abarrotados de cristãos sinceros e que lutem, alicerçados em princípios bíblicos, em prol do bem-estar da sociedade, como um todo, durante todo o seu mandato e não somente em períodos pré-eleitorais.

Lembro que na Assembléia Legislativa no Rio de Janeiro (ALERJ) há 7 deputados estaduais evangélicos (ou que se declararam evangélicos).

Abaixo estão outros assuntos aprovados pela ALERJ e que contaram com omissão e covardia da bancada evangélica daquela Casa Legislativa:

Candomblé é declarado como PATRIMÔNIO imaterial do RJ. E agora evangélicos ?

Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

O impressionante silêncio de autoridades, jornalistas e personalidades diante da ineficiência do centro de macumba cacique cobra coral, nestes dias de fortes temporais no RJ e em SP

Prefeito do Rio recorre ao espiritismo para tentar impedir chuva na festa de réveillon. Onde estão os Elias na Câmara de Vereadores ?

As consequências para o Rio, em decorrência da aprovação destas leis

Aprovado Dia mundial de Orgulho Gay no Estado do Rio de Janeiro