domingo, 10 de outubro de 2010
Deputado Federal Eduardo Cunha, ligado à Rádio Melodia, foi reeleito
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Deputados Edino Fonseca e Eduardo Cunha, a Nova Ordem Mundial, o anticristo e as mentiras e incoerências
No interior da revista há pequenos estudos enfatizando os assuntos citados na capa (clique sobre a figura abaixo para saber quais são).
O material impresso tenta fazer uma correlação entre os planos do anticristo e o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, do governo federal brasileiro. No rodapé das páginas há a propaganda eleitoral de cada um dos deputados, induzindo o leitor da revista a entender que tais parlamentares servirão de oposição aos planos funestos do anticristo.
Ao se fazer uma análise da vida parlamentar destes dois políticos, o material distribuído soa como um deboche e mentira deslavada, por parte deles.
Vejamos algumas incoerências e mentiras:
1) Na revista está inscrito: 'Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) - SOMOS CONTRA'
a) Para o deputado Edino Fonseca dizer que é contra o PNDH/3 é a coisa mais fácil do mundo, pois está fora de sua alçada e não lhe causa incômodos políticos. Ele é estadual e o PNDH/3 é federal.
Quando era para o deputado Edino atuar na esfera de seu mandato legislativos estadual, ele preferiu tirar o corpo fora, como foi caso das votações abaixo:
- FERIADO ESTADUAL DO DIA DE SÃO JORGE (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 20 de fevereirio de 2008, na página 7 - Poder Legislativo)
- DIA ESTADUAL DE COMBATE A HOMOFOBIA (onde pregar contra homossexualismo pode se tornar crime) - (não opôs-se à criação da lei, pois estava ausente no dia da votação, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 29 de maio de 2009, na página 6 - Poder Legislativo)
- DIA DE IANSÃ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro ((não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 14 de agosto de 2009, na página 5 - Poder Legislativo)
- DIA DE NANÃ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 19 de junho de 2009, na página 4 - Poder Legislativo)
- DIA DA UMBANDA, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 26 de junho de 2009, na página 28 - Poder Legislativo)
- DIA DE CANDOMBLÉ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 10 de junho de 2009, na página 11 - Poder Legislativo)
- DIA DE IEMANJÁ, como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro (não manifestou sua oposição à criação da lei, conforme consta no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 10 de junho de 2009, na página 10 - Poder Legislativo)
2) Há uma série de outros assuntos mencionados na revista que nem valem a pena serem comentados, pois no meio dessa lambança, o nome de Deus ainda foi usado com fins politiqueiros.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Deputado Espírita se passa por Evangélico e se perpetua no cargo
Mandato após mandato o deputado tem logrado êxito, pois seu reduto eleitoral é justamente as igrejas evangélicas, tamanha é a largura da porta que lhe é aberta, por pastores para que ele participe de cultos e reuniões.
O deputado insiste em dizer que frequenta a Igreja Sara Nossa Terra, mas nem a direção da denominação nunca confirmou que Cunha pertence à Igreja.
Para atrair a confiança dos evangélicos, a estratégia montada por Eduardo Cunha é simples: ele usa os microfones da Rádio Melodia, onde faz algumas críticas focadas na política, usando linguajar cristão e profere o jargão: 'O povo merece respeito'. Com isto ele vai se passando por bom 'servo e Deus'.
O 'evangélico' Eduardo Cunha tem um jornal, com foco cristão (que não está na internet e nem nas bancas de jornais – jornal invisível): o Folha Cristã. Anos atrás o jornal ainda circulava por algumas bancas do Rio, mas como o deputado já adquiriu a confiança dos evangélicos, o citado jornal está aposentado. Tanto é que na última campanha, em 2006, conforme consta no site da ONG Transparência Brasil, Cunha declarou à justiça eleitoral que a Empresa Jornalística Folha Cristã - CNPJ 32.271.553/0001-75 – valia apenas R$ 1.000,00 ( como alguém tem a audácia de declarar que possui uma empresa e que esta vale apenas R$ 1.000,00 !!!!!! ).
Seria bom que o deputado 'evangélico' Eduardo Cunha realmente respeitasse o povo evangélico.
Sobre o dono da Rádio Melodia, Francisco Silva, ninguém sabe a que religião ele pertence. O homem ora, lê versos bíblicos e até faz um programa chamado 'Cristo em Casa', mas ninguém sabe responder a que igreja ele pertence. Há décadas é uma pergunta sem resposta. Nem funcionários, ex-funcionários e pastores que participam ou participaram de debates na emissora conseguem essa informação secreta, guardada a sete chaves. É uma incógnita.
Sobre o deputado Eduardo Cunha, a ONG Transparência Brasil publicou:
Segundo apuração da revista Istoé, o Ministério Público Federal investiga acusação de tráfico de influência contra o deputado, que teria atuado a fim de agilizar a concessão de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) em Rondônia em favor do doleiro Lúcio Funaro, de quem seria sócio oculto na administração dessa PCH (Revista Istoé, 18.jun.2008).
A imprensa apontou um caso de nepotismo cruzado envolvendo os deputados Eduardo Cunha e Alexandre Santos; Eduardo empregou em seu gabinete a filha de Alexandre, que por sua vez contratou a irmã daquele como assessora (O Estado de S. Paulo, 10.set.2008).
Registros da CPI do Banestado atribuem ao deputado remessas ilegais de US$ 23.018 para o exterior. Cunha afirmou não lembrar da operação. Atribuiu a responsabilidade ao banco (Correio Braziliense, 3.dez.2005).
Foi denunciado pelo procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, por haver indícios de incompatibilidade entre a movimentação bancária e os rendimentos declarados pelo hoje deputado em 1999 e 2000, quando presidia a Companhia estadual de Habitação do Rio de Janeiro (Cehab) (O Globo, 19.mai.2004).
Quando presidente do Cehab, foi acusado de favorecer a empresa paranaense Grande Piso em quatro licitações para construir casas populares. Dos R$ 110 milhões do projeto para construir 40 mil unidades, a empresa, do empresário Roberto Sass, ficaria com R$ 34 milhões. Sass e Cunha eram do mesmo partido (O Globo, 18.mai.2004).
segunda-feira, 15 de março de 2010
Deputado EDUARDO CUNHA ! Seja explícito !
No entanto, quando clica-se na mensagem, não há informação alguma sobre a tal cilada.
O que é isso, nobre deputado? Seria um factóide?
Seja explícito !
Complete a frase, nobre deputado. Que tal cilada é essa?
Pare de ficar repetindo na Rádio Melodia 'o nosso povo merece respeito', sem verdadeiramente respeitá-lo, com informações incompletas!
Deputado, o nosso povo merece MAIS respeito.